Na cidade
de Abdera, às margens do mar Egeu, na antiga
Grécia, nascera o grande mestre e filósofo
Pitágoras (580-497 a.C.), aquele que mais
tarde - e para sempre - fora considerado o pai
da matemática moderna.
Baseada no princípio de que a organização
harmoniosa do universo se estabelece a partir
de uma série de números, Pitágoras
fundou a escola Pitagórica Científica
em Crotona, no sul da Itália.
Seus discípulos eram selecionados e avaliados
rigorosamente pelo exigente fundador, além
de serem submetidos a longos anos de estudos,
focalizando quatro matérias fundamentais:
geometria, aritmética, música e
astronomia para, só então, passarem
a conhecer a Numerologia Pitagórica.
Segundo Pitágoras, os cálculos matemáticos
determinam um valor numérico exato, porém,
este valor não pode ser considerado absoluto;
O absoluto não conhece fronteira real,
significando que o que precisa ser levado em consideração
é a co-relação “QUANTIDADE
e QUALIDADE”. Podemos determinar com rigorosa
precisão o valor QUANTITATIVO de uma onda
sonora, porém, por trás desse valor
real existe o valor abstrato, QUALITATIVO, que
determina o efeito emocional que o movimento vibracional
desse número produz em cada um, individualmente,
através da mesma onda sonora. A qualidade
de vida não escapa ao domínio das
cifras, considerando que tudo se baseia em estatística
e verba, ou seja, quantidade em valor numérico.
Desta forma, podemos dizer que a Numerologia é
uma ciência que interpreta a interferência
das vibrações numéricas na
vida das pessoas. Ciência esta com mais
de 2.600 anos de estudos e aplicações
comprovadas cientificamente, que agora, neste
novo milênio, vem se fortalecendo e, assim,
se estabelecendo como um importante instrumento
de auto-conhecimento baseado em raciocínio
lógico.
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